quarta-feira, 15 de junho de 2011

Quem conta um conto aumenta um ponto...

Com o intuito de incentivar a leitura e promover a criação literária, a escola Dom Lúcio desenvolve diversos projetos de leitura com seu alunos das séries iniciais às séries finais do ensino fundamental. Um dos projetos que a escola considera de muita relevância é o projeto de nível nacional Olimpíadas de Língua Portuguesa, que desenvolve nos alunos o hábito de leitura e produção escrita dos diversos gêneros textuais. Paralelo ao desenvolvimento das oficinas da OLP foi desenvolvido pelo professor Edilson e pela estagiária de Letras da Unimontes, Maria Franciele, o Projeto "Quem conta um conto aumenta um ponto...". O projeto teve como público-alvo os alunos do 9º Ano Graciliano Ramos, que ao final das atividades tiveram seu textos publicados em um "livro de contos" confeccionado pela estagiária.
Livro de Contos

A Supervisora Ivonete, a estagiária Franciely e o professor de L. Portuguesa Edilson

A estagiária na culminância do projeto

Livro de contos produzidos pelos alunos
Alunos do 9º Ano Graciliano Ramos

Sorriso Saudável...

A escola Dom Lúcio, com o propósito de proporcionar educação e melhoria na qualidade de vida de seus alunos, tem sempre buscado, através de um esforço multidisciplinar, ações preventivas de saúde e higiene. Como parte do projeto de estágio dos acadêmicos do 7º Período de Pedagogia da Unimontes, foi ministrada na escola uma palestra sobre Higiene Bucal, educando as crianças para os cuidados com a saúde bucal, ensinando o uso adequado da escova de dentes, creme dental, fio dental e a importância da higienização bucal para a saúde das crianças.
Alunos assistem a palestra
 A palestra foi ministrada pelas dentistas Nayara e Fernanda, que fizeram uso de diversos recursos para que o assunto ficasse mais atrativo para as crianças.
As dentistas ministram a palestra
Aluno aprende a prática da escovação correta

Teatro de Fantoches para ensinar a importância da higiene bucal

Teatro de Fantoches


Arraiá na Escola

Em 2010 o Arraiá do Dom Lúcio foi um sucesso. O evento contou com a participação dos alunos, dos funcionários da escola e de muitos moradores vizinhos da escola, que vieram assistir às quadrilhas e degustar as delícias juninas oferecidas na festa. O arraiá teve início com um passeio junino pelas ruas do bairro São Cristóvão, ao som de muitos fogos e do forrozeiro Gino Sanfoneiro:
Gino Sanfoneiro e banda

Passeio na rua...

A escola foi toda ornamentada para a comemoração dos festejos.
 
Mesa de comidas típicas.
Aluna posa para foto em Cantinho Cowtry


Quadrilha das séries iniciais do Ensino Fundamental

Os rojões animaram a festa

O professores deram Show!!!
Em 2011, a escola espera repetir o sucesso...

domingo, 29 de maio de 2011

Ao mestre, com carinho...

O Dia do Professor é comemorado no dia 15 de outubro. Mas poucos sabem como e quando surgiu este costume no Brasil.
Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”. O longo período letivo do segundo semestre ia de 01 de junho a 15 de dezembro, com apenas 10 dias de férias em todo este período. Quatro professores tiveram a idéia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano.
O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. Com os professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a idéia estava lançada, para depois crescer e implantar-se por todo o Brasil.
A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963. O Decreto definia a essência e razão do feriado: "Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias". 

Dando continuidade à tradição, os alunos da Dom Lúcio  fizeram, no dia 15 de outubro de 2010, uma simples e afetuosa homenagem àqueles que fazem do seu trabalho a mais nobre das missões...

Da esq. p/ dir: Sônia, Maria do Carmo, Edilson, Almerindo, Emília, Isabel e Dulcilene.

 Eliene, Marisa e Liliane, alunas do 8ºM1, preparam os aperitivos...
Almerindo, Euza, Rosa e Edilson, professores do 8ºM1

Brilhantismo na apresentação do ato cívico de comemoração da Independência do Brasil.













No último dia 07 de setembro de 2010 a Escola Dom Lúcio apresentou, para apreciação pública na praça Cel. Heitor Antunes, um garboso desfile com alunos de seus três turnos. A escola apresentou tema bastante relevante, pois através da apresentação de seus discentes fez um resgate dos valores voltados à infância e à natureza, numa tentativa de sensibilizar a população quanto à importância do legado que deixaremos às futuras gerações. Abaixo, transcrição do discurso elaborado pela professora Sônia Sepúlveda e apresentado pelo professor Edilson Moreira:


E eis aqui, senhores e senhoras, neste radioso 7 de setembro, data magna da Nação Brasileira, “Resgatando valores voltados à infância e à natureza na construção de um mundo melhor para as novas gerações”, a Escola Estadual Dom Lúcio apresentando lindas e garbosas jovens a abrir o seu desfile conduzindo os pavilhões do Brasil, Minas Gerais e Espinosa. À frente, a bandeira deste educandário, que honradamente toma para si a nobre missão de educar crianças e jovens dentro de novos princípios de progresso e civilidade condizentes com a necessidade atual, com vistas a um futuro feliz.
            É patente, no momento presente que se vive a expressiva maioria da camada jovem na sociedade; e com ela, a juventude, aí está todo o vigor, toda a força e pujança, gritando, clamando por novas diretrizes na vida, pedindo que lhe tome as mãos e lhe indique o caminho rumo a um futuro diferente, efetivamente consciente, operoso e feliz.
            Nesse mundo evoluído e civilizado haverá espaço para a criança ser realmente criança, viver gostosamente e até o fim, as etapas da sua Infância, sem ser corrompida nem violentada nos seus direitos, sutil ou descaradamente por uma sociedade hipócrita, omissa, indiferente e conivente com abusos, exploração, alienação e conformismo contagiantes que se vive nos dias atuais.
            É a amarelinha na calçada, o pular corda, o brincar de roda e de boneca, o uni-duni-tê salvando as nossas crianças das garras da televisão e congêneres, do mundo perigoso das drogas e da degradação da prostituição infantil, trazendo-as de volta a um mundo de fantasia, lúdico, de inocência, simplicidade e pureza, sob a proteção de adultos e governantes responsáveis e cônscios de seus deveres; adultos e governantes deveras comprometidos com o ECA, engajados realmente em proporcionar às nossas crianças um ambiente propício ao seu crescimento físico, intelectual e, principalmente moral, longe dos vícios e atitudes vis, um ambiente cercado de amor, virtudes e bons sentimentos.
            Nesse mundo evoluído e civilizado, os variados e enriquecedores ideais contidos na moral pregada nas fábulas de Esopo, La Fontaine e Monteiro Lobato saltarão do universo fictício da convivência animal para a vivência real do cotidiano humano, numa perspectiva calcada nos valores de um  novo tempo advindos de uma educação renovada, que derrubará por terra preconceitos, atavismos, embrutecimento, toda e qualquer forma de orgulho, indiferença e egocentrissmo responsáveis por toda sorte de miséria humana e mazelas sociais. Utopia? Não! Realidade possível para as futuras gerações, se o homem acreditar que foi criado para ser feliz, passando  a reavaliar COMO, QUANDO e ONDE tem buscado essa felicidade, partindo daí o seu despertar de consciência para a necessária renovação inerente a toda individualidade dotada de inteligência, numa construção diária de bem estar permanente, individual e coletivamente.
E eis, enfim, homem e natureza de mãos dadas a oferecer um ambiente físico ideal de vida no planeta. Um panorama onde não cabe mais a destruição, o descaso, a perseguição gananciosa, covarde e vil. É imperioso recuperar as “palmeiras” e os “sabiás” de Gonçalves Dias, para, numa profusão de cores e formas, devolver às gerações futuras o que de direito lhes pertence. E é assim que faz-se mister investir numa educação voltada ao culto da Mãe Natureza como fator preponderante para a qualidade de vida do homem no planeta.
            E é assim que, como partícipes de um mundo melhor, teremos um cenário exuberante, em que fauna e flora devidamente respeitadas desempenharão seus gloriosos papeis ao lado de lagos, mares, riachos e cachoeiras fornecendo ao homem seus valores préstimos.
            Dessa forma, pelos reinos mineral, vegetal e animal, o homem buscará interagir, respeitando, zelando, preservando e amando a natureza, numa relação permanente de progresso, civilidade e evolução.
            E é assim, Senhores e Senhoras, que se constrói, verdadeiramente a liberdade de um povo. OBRIGADO!

Uma maravilha natural na escola.



Nas últimas semanas do mês de Junho, além das festividades juninas, a comunidade escolar e a população espinosense podem, ao passarem frente à escola, "encher os olhos" com a belíssima imagem que se tem do Ypê Roxo florido, que se torna um atrativo à parte, conquistando a graça e os olhares de todos, que se encantam com esta maravilha da natureza...